No Maranhão, a sucessão de 2026 começou marcada por um racha no grupo que governa o estado desde 2014. Com o governador Carlos Brandão buscando um caminho próprio e a oposição tentando se unir, a disputa pelo Palácio dos Leões promete ser uma das mais fragmentadas do Nordeste.
Nota de método: os nomes ainda são pré-candidatos. A oficialização ocorre nas convenções partidárias, entre 20 de julho e 5 de agosto. No Maranhão, algumas filiações partidárias ainda estão em definição.
Os pré-candidatos ao governo do Maranhão
| Pré-candidato | Partido | Perfil |
|---|---|---|
| Carlos Brandão | PSB | Governador; busca a reeleição após assumir o cargo em 2022 |
| Weverton Rocha | PDT | Senador; nome forte da disputa, com base própria |
| Eduardo Braide | PSD | Prefeito de São Luís; liderança na capital |
| Yglésio Moyses | — | Ex-deputado estadual, em busca de espaço próprio |
O cenário
A política maranhense vive um reordenamento após anos de predomínio do grupo ligado a Flávio Dino (hoje ministro do STF). O governador Carlos Brandão, que assumiu em 2022 e busca a reeleição, tenta consolidar palanque próprio, enquanto nomes como o senador Weverton Rocha (PDT) e o prefeito de São Luís, Eduardo Braide, se movimentam na disputa. A configuração das alianças ainda está aberta, e o quadro deve se definir mais claramente nas convenções.
Fontes: Exame, JOTA, Imirante e ND Mais, com dados verificados até julho de 2026. As filiações partidárias de alguns nomes divergem entre fontes e podem mudar até o registro oficial.