Maior colégio eleitoral do Centro-Oeste, Goiás vive uma sucessão de peso em 2026. Com o governador Ronaldo Caiado impedido de se reeleger por estar no segundo mandato — e agora voltado a um projeto nacional —, a disputa pelo Palácio das Esmeraldas opõe grupos políticos históricos do estado.
Nota de método: os nomes ainda são pré-candidatos. A oficialização ocorre nas convenções partidárias, entre 20 de julho e 5 de agosto.
Os pré-candidatos ao governo de Goiás
| Pré-candidato | Partido | Perfil |
|---|---|---|
| Daniel Vilela | MDB | Vice-governador; herdeiro político da gestão Caiado, lidera as pesquisas |
| Marconi Perillo | PSDB | Ex-governador por quatro mandatos; principal nome da oposição histórica |
| Adriana Accorsi | PT | Deputada federal e ex-delegada; presidente do PT no estado |
| Wilder Morais | PL | Senador e empresário; principal nome ligado ao bolsonarismo |
| José Eliton | PSB | Ex-governador; tenta reposicionamento na centro-esquerda |
O cenário
As pesquisas Genial/Quaest e Gerp de abril mostram o vice-governador Daniel Vilela (MDB) na liderança, com vantagem de pelo menos 12 pontos sobre os demais. A disputa reedita forças históricas da política goiana: de um lado, a continuidade do grupo de Caiado, com Vilela; de outro, o ex-governador Marconi Perillo, o nome mais longevo da redemocratização no estado, em busca de um quinto mandato. À esquerda, Adriana Accorsi (PT) mantém o campo progressista na disputa.
Fontes: Gazeta do Povo (Genial/Quaest e Gerp), Exame e JOTA, com dados verificados até junho de 2026. A situação partidária de alguns nomes pode se alterar até o registro oficial.
