Em Mato Grosso, a saída de Mauro Mendes (União Brasil) para disputar o Senado abriu uma das sucessões mais concorridas dos últimos anos — com mais de dez pré-candidatos e a possibilidade inédita de um segundo turno no estado. O governador Otaviano Pivetta, que assumiu com a saída de Mendes, busca se eleger.
Nota de método: os nomes ainda são pré-candidatos. A oficialização ocorre nas convenções partidárias, entre 20 de julho e 5 de agosto.
Os pré-candidatos ao governo de Mato Grosso
| Pré-candidato | Partido | Perfil |
|---|---|---|
| Otaviano Pivetta | Republicanos | Governador; assumiu com a saída de Mauro Mendes, representa a continuidade |
| Wellington Fagundes | PL | Senador; aposta dos bolsonaristas, avalizado por Valdemar Costa Neto |
| Jayme Campos | União Brasil | Senador e ex-governador; disputa espaço no grupo governista com Pivetta |
| Natasha Slhessarenko | PSD | Médica; única mulher na disputa, apoiada pela Federação Brasil da Esperança (PT/PV/PCdoB) |
| Pedro Taques | — | Ex-governador; tenta retornar ao cargo |
O cenário
A disputa é fragmentada e sem favorito absoluto — analistas apontam a possibilidade inédita de um segundo turno para o governo de Mato Grosso, algo que nunca ocorreu no estado. O governador Otaviano Pivetta (Republicanos) conta com a estrutura do governo e o apoio de Mauro Mendes, mas ainda não abre vantagem clara. À direita, o senador Wellington Fagundes (PL) é a aposta bolsonarista, enquanto Jayme Campos (União Brasil) resiste em recuar dentro da federação governista. Natasha Slhessarenko (PSD) representa o principal palanque ligado a Lula.
Fontes: ND Mais, Exame, HiperNotícias e Wikipédia (com base em veículos mato-grossenses), com dados verificados até junho de 2026. Pré-candidaturas e alianças podem mudar até o registro oficial.