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Sanderson e Van Hattem eleitos, quase empatados
Os dois deputados federais eleitos senadores pelo Rio Grande do Sul terminaram praticamente empatados. Sanderson, do PL, teve 30,11% dos votos válidos, e Marcel van Hattem, do Novo, 30,08%, uma diferença de pouco mais de 4 mil votos. Como o estado elegeu dois, os dois ganharam. Manuela d’Ávila, do PSOL, ficou em terceiro, e Paulo Pimenta, do PT, em quarto.
⏱️ Em 1 minuto
Os eleitos: Sanderson (PL), com 30,11% dos votos válidos, e Marcel van Hattem (Novo), com 30,08%. Em terceiro ficou Manuela d’Ávila (PSOL), com 17,07%.
Quem sai em janeiro: Paulo Paim (PT) e Luis Carlos Heinze (PP), eleitos em 2018, não disputaram a reeleição. Foi a primeira eleição em 40 anos no estado sem nenhum senador tentando renovar o mandato, segundo o Brasil de Fato.
Quem continua até 2031: Hamilton Mourão (Republicanos). Eleito em 2022, tem mandato até 2031.
Quando começa: os eleitos tomam posse em 1º de fevereiro de 2027, com mandato de oito anos.
O resultado no Rio Grande do Sul
📊 Senado, Rio Grande do Sul, 2026
| Candidato | % dos válidos | Votos |
|---|---|---|
| Sanderson (PL) | 30,11% | 3.453.316 |
| Marcel van Hattem (Novo) | 30,08% | 3.449.053 |
| Manuela d’Ávila (PSOL) | 17,07% | 1.957.697 |
| Paulo Pimenta (PT) | 16,31% | 1.870.301 |
| Germano Rigotto (MDB) | 3,67% | 420.722 |
| Frederico Antunes (PSD) | 1,95% | 223.643 |
Tela de apuração da Exame; os percentuais conferem com a apuração de 100% das seções. Os dois primeiros estão eleitos.
🔢 Para quem gosta de conta
Em 2026, cada estado escolheu dois senadores, e cada eleitor podia votar em dois candidatos. Por isso a soma dos votos válidos para o Senado é quase o dobro do número de pessoas que votaram, e o percentual de cada candidato é calculado sobre essa soma.
No Rio Grande do Sul, foram 11.468.092 votos válidos para o Senado.
Sanderson teve 3.453.316 votos e Van Hattem, 3.449.053: a diferença foi de 4.263 votos, e só decidiu quem ficou em primeiro. Van Hattem teve 1.491.356 votos a mais que Manuela.
Quem são os eleitos
Sanderson (PL) é policial federal e formado em Direito. Foi eleito deputado federal em 2018 e reeleito em 2022. Chega ao Senado no primeiro mandato. O 1º suplente é Ireneu Orth (PP).
Marcel van Hattem (Novo) é jornalista e cientista político. Foi vereador, deputado estadual e é deputado federal desde 2019. Chega ao Senado no primeiro mandato. O 1º suplente é Sérgio Turra (PP).
As três cadeiras do Rio Grande do Sul em 2027
| Senador | Partido | Mandato |
|---|---|---|
| Sanderson | PL | até 2035, eleito em 2026 |
| Marcel van Hattem | Novo | até 2035, eleito em 2026 |
| Hamilton Mourão | Republicanos | até 2031, eleito em 2022 |
Quem sai: Paulo Paim (PT) e Luis Carlos Heinze (PP), eleitos em 2018, não disputaram a reeleição. Foi a primeira eleição em 40 anos no estado sem nenhum senador tentando renovar o mandato, segundo o Brasil de Fato.
Quem fica: Eleito em 2022, tem mandato até 2031.
O que as pesquisas mostravam
A Real Time Big Data de 24 a 28 de setembro, registro RS-05412/2026, mostrava Van Hattem com 23%, Sanderson com 19%, Manuela com 18%, Pimenta com 16% e Rigotto com 12%. A urna deu aos dois eleitos bem mais e a Rigotto bem menos. Pesquisa mede intenção de voto sobre todos os entrevistados, com indecisos, e a urna conta só os votos válidos; por isso os números não se comparam ponto a ponto.
Continue acompanhando
📊O resultado completo: presidente, os 27 governadores e o Senado
🗺️Os sete estados com segundo turno para governador
📍Senado no Paraná: quem foi eleito
📍Senado em Santa Catarina: quem foi eleito
Como apurei
Votos e percentuais conforme a tela de apuração da Exame e o Poder360 com 100% das urnas. Perfis e suplentes conforme Poder360. Paim e Heinze conforme Jornal do Comércio e Brasil de Fato. Pesquisa conforme Jornal do Comércio. Senadores em exercício conforme a lista oficial do Senado. O TSE ainda não publicou a base completa de resultados em dados abertos; quando publicar, confiro os números de novo.
Não sou jurista. Descrevo resultados e regras como divulgados pela Justiça Eleitoral e pelos veículos citados.
Apuração independente de Alexander Moraes, estudante de jornalismo, sem formação jurídica.
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