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A abstenção de 2014 a 2026
No primeiro turno de 2026, 33.469.244 eleitores não foram votar. São 21,08% de um eleitorado de 158.745.502, a maior taxa num primeiro turno de eleição geral desde 1998. Em 2014 a taxa era 19,39%. Em 2018, 20,33%. Em 2022, 20,95%. A taxa sobe pouco a cada eleição. A mudança maior está em onde moram os ausentes: menos no Nordeste, mais no Sul, no Sudeste e no Centro-Oeste.
⏱️ Em 1 minuto
A abstenção é quem não compareceu. Branco e nulo são outra conta, de quem foi e não escolheu candidato. A comparação abaixo usa o primeiro turno, o único que já existe nos quatro anos.
Dois em cada dez eleitores faltaram: 21,08%. Em 2022 foram 20,95%. É a maior taxa desde 1998, que teve 21,49%, então não é recorde. Em número de pessoas, os 33,5 milhões são o maior total já visto numa eleição geral.
Sem o exterior, a taxa quase não andou desde 2022. O Sul, o Sudeste e o Centro-Oeste subiram ao longo da década. O Nordeste desceu, e o Ceará tem a menor taxa do país.
Quem faltou e tem entre 18 e 70 anos precisa justificar até 3 de dezembro. A multa é de R$ 3,51 por turno. O passo a passo está mais abaixo.
O país
O eleitorado cresceu 15,9 milhões desde 2014. A abstenção cresceu 5,8 milhões. Se a taxa de 2014, 19,39%, valesse para o eleitorado de agora, faltariam 30,8 milhões de pessoas, não 33,5 milhões. A diferença, cerca de 2,7 milhões, é o que a taxa mais alta acrescenta.
De 2022 para cá o movimento é mais curto. Dentro do Brasil, sem o exterior, o eleitorado cresceu 2.072.035. A abstenção cresceu 515.395. Se a taxa de 2022 tivesse ficado onde estava, o eleitorado maior já explicaria quase todo esse aumento. O que a taxa em si acrescenta cabe em cerca de 85 mil pessoas.
📊 Primeiro turno, Brasil
| Ano | Eleitorado | Ausentes | Taxa | Taxa sem o exterior |
|---|---|---|---|---|
| 2014 | 142.822.046 | 27.697.667 | 19,39% | 19,29% |
| 2018 | 147.306.275 | 29.940.386 | 20,33% | 20,19% |
| 2022 | 156.454.011 | 32.770.982 | 20,95% | 20,79% |
| 2026 | 158.745.502 | 33.469.244 | 21,08% | 20,84% |
A taxa é a abstenção dividida pelo eleitorado apto. A linha de 2022 usa o número oficial divulgado pelo TSE no fim da totalização. A coluna da direita tira o exterior, que o TSE trata como a unidade ZZ, e é calculada com os arquivos de perfil do eleitorado de cada ano.
O exterior é que puxa o número nacional. Em 2026, 574.345 eleitores de fora não votaram. Na conta do TSE, a abstenção no exterior foi de 62,69%. A taxa lá foi 59,64% em 2014, 59,06% em 2018 e 51,67% em 2022. O eleitorado de fora era 354.184, passou a 500.727, depois a 697.078, e agora está em 916.534. Neste ano a ausência voltou ao patamar alto. Quem mora fora vota só para presidente, muitas vezes longe de casa, num consulado ou numa embaixada, e o voto lá também é obrigatório. A disputa no exterior está neste levantamento.
🔢 Para quem gosta de conta: os 423 eleitores
O TSE informa 158.745.502 eleitores aptos. Compareceram 125.275.835 e faltaram 33.469.244. Somados, dão 158.745.079, ou seja, 423 a menos. A diferença está inteira no exterior: lá, 341.766 compareceram e 574.345 faltaram, o que soma 916.111, contra 916.534 aptos.
O TSE calcula a taxa do exterior sobre esses 916.111. Por isso aparece 62,69%. Dividindo pelos 916.534 aptos, dá 62,67%. Os dois números estão certos, cada um com a sua base. No total do país, as duas contas dão 21,08%.
Os números por estado desta página são os da eleição para presidente. Na tela de governador, o eleitorado de alguns estados é um pouco menor: no Amazonas, 2.796.053, contra 2.798.611 na de presidente; no Maranhão, 5.180.851, contra 5.183.115. A explicação mais provável é o voto em trânsito: quem pediu para votar fora do seu estado vota só para presidente e entra nessa conta no estado onde votou.
Nos segundos turnos passados a conta não seguiu sempre a mesma direção. Em 2014, o segundo turno teve 21,1% de abstenção. Em 2018, 21,3%. Nos dois, mais gente faltou do que no primeiro turno. Em 2022 foi o contrário: o segundo turno ficou em 20,59%, abaixo dos 20,95% do primeiro. Foi também o ano em que o transporte gratuito no dia da votação se espalhou pelas cidades, no segundo turno. Em 2026, várias capitais já ofereceram a tarifa zero no primeiro turno, como mostrei no levantamento do transporte.
O segundo turno de 2026 é em 25 de outubro. O site Congresso em Foco fez uma conta: se o padrão de 2022 se repetir, a abstenção cairia para perto de 20,71%. É uma projeção do veículo, e não um dado.
Desde 1989
Olhando para trás, 2026 fica perto do topo, mas não no topo. A primeira eleição direta depois da ditadura, em 1989, teve 11,93% de ausentes. A taxa subiu rápido nos anos 1990 e chegou a 21,49% em 1998, ano em que Fernando Henrique foi reeleito no primeiro turno. Caiu nas três eleições seguintes e voltou a subir a partir de 2010, devagar, até os 21,08% de agora.
📈 Abstenção no primeiro turno, de 1989 a 2026
Percentual do eleitorado apto que não compareceu no primeiro turno das eleições gerais, segundo o TSE. A barra vai de 0% a 25%. Em azul mais forte, 1998, a maior taxa da série; em escuro, 2026.
🔎 O que saiu por aí, e o que o número do TSE diz
“Recorde”. Títulos como o do O Tempo (“Abstenção atinge patamar recorde no 1° turno”) e o do SBT News (“abstenção bate recorde e chega a 33 milhões”) pedem uma leitura com cuidado. Em número de pessoas, 33,5 milhões é mesmo o maior total numa eleição geral. Em taxa, não: 1998 teve 21,49%, acima dos 21,08% de agora. Gazeta do Povo, Congresso em Foco e CartaCapital registraram esse ponto.
“Cresce 21,6%”. Esse é o título de uma reportagem da Agência Brasil. Com os números oficiais, o total de ausentes subiu 2,1% em relação a 2022, de 32.770.982 para 33.469.244, e a taxa subiu 0,13 ponto, de 20,95% para 21,08%. Não encontrei conta com dados do TSE que chegue a 21,6%.
21,03%, 21,07%, 21,08%. Todos apareceram na imprensa no domingo à noite e na segunda. Os dois primeiros são de parciais, com a totalização ainda em andamento. O número final, com 100% das seções, é 21,08%.
Municipal não entra na série. Em 2024, na eleição para prefeito, a abstenção foi de 21,68%, com 33,7 milhões de ausentes, segundo a Agência Brasil. É outra eleição, com outro eleitorado e outro tipo de disputa, então fica fora da comparação.
As regiões
Em 2014, o Sul era o lugar onde menos se faltava, 16,72%, e o Nordeste estava em 20,03%. Agora o Sul está em 20,46% e o Nordeste em 18,39%. O Sudeste foi de 19,73% para 22,70%. O Centro-Oeste, de 18,68% para 21,70%. O Norte oscilou e terminou um pouco abaixo de 2014, em 19,43%.
De 2022 para 2026, o desenho é o mesmo, em escala menor. Norte e Nordeste caíram. Sul, Sudeste e Centro-Oeste subiram. A média nacional quase não anda porque um lado cobre o outro.
📊 Abstenção por região
| Região | 2014 | 2018 | 2022 | 2026 |
|---|---|---|---|---|
| Norte | 19,78% | 19,71% | 20,93% | 19,43% |
| Nordeste | 20,03% | 18,77% | 19,52% | 18,39% |
| Centro-Oeste | 18,68% | 21,03% | 21,34% | 21,70% |
| Sudeste | 19,73% | 21,99% | 21,96% | 22,70% |
| Sul | 16,72% | 17,26% | 19,35% | 20,46% |
Primeiro turno. O exterior fica de fora. Cada taxa é a soma das ausências da região dividida pela soma dos eleitorados.
Estado por estado
A menor taxa de 2026 é a do Ceará, 15,52%. Em 2014 era 20,12%. Maranhão saiu de 23,62% para 19,73%. Bahia, de 23,18% para 19,97%. Oito estados estão com taxa menor do que há doze anos. Os outros dezenove estão acima.
A maior taxa, fora do exterior, é a de Mato Grosso do Sul, 23,87%. Rio de Janeiro vem em seguida, 23,32%, Minas 22,81% e São Paulo 22,54%. São Paulo, sozinho, tem 21,5% do eleitorado do país e 23,0% das ausências. São Paulo, Rio e Minas, juntos, respondem por 43,8% de quem faltou dentro do Brasil.
Desde 2022, a maior queda foi a de Rondônia, de 24,64% para 21,71%. Maranhão, Pará, Amapá, Acre e Ceará caíram cerca de dois pontos. Alagoas, Bahia, Mato Grosso e Sergipe recuaram mais de um. No outro lado, Mato Grosso do Sul subiu 1,79 ponto, o Rio Grande do Sul 1,57, o Distrito Federal 1,33, o Paraná 1,09 e São Paulo 0,92. Amazonas e Pernambuco ficaram no mesmo lugar: a diferença cabe em alguns centésimos.
Dois estados saíram de um patamar muito baixo. O Amapá tinha 10,44% em 2014 e está em 17,41%. O Distrito Federal tinha 11,67% e está em 18,90%. Mesmo assim, os dois continuam abaixo da média nacional.
📊 Abstenção no primeiro turno
| Estado | 2014 | 2018 | 2022 | 2026 | De 2022 para 2026 | Eleitorado | Ausentes |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Acre | 17,30% | 18,98% | 22,42% | 20,43% | −1,99 | 613.742 | 125.412 |
| Alagoas | 19,18% | 22,60% | 22,37% | 20,63% | −1,74 | 2.442.126 | 503.698 |
| Amapá | 10,44% | 16,69% | 19,50% | 17,41% | −2,09 | 576.988 | 100.426 |
| Amazonas | 19,49% | 19,35% | 20,12% | 20,16% | +0,04 | 2.798.611 | 564.062 |
| Bahia | 23,18% | 20,73% | 21,33% | 19,97% | −1,36 | 11.312.752 | 2.259.151 |
| Ceará | 20,12% | 17,33% | 17,45% | 15,52% | −1,93 | 6.996.545 | 1.086.074 |
| Distrito Federal | 11,67% | 18,71% | 17,57% | 18,90% | +1,33 | 2.258.320 | 426.924 |
| Espírito Santo | 18,90% | 19,26% | 20,76% | 21,37% | +0,61 | 2.991.650 | 639.368 |
| Goiás | 18,83% | 20,19% | 21,72% | 21,83% | +0,11 | 5.080.590 | 1.109.003 |
| Maranhão | 23,62% | 20,53% | 22,19% | 19,73% | −2,46 | 5.183.115 | 1.022.772 |
| Mato Grosso | 22,91% | 24,55% | 23,38% | 22,20% | −1,18 | 2.637.801 | 585.668 |
| Mato Grosso do Sul | 20,53% | 21,21% | 22,08% | 23,87% | +1,79 | 2.024.430 | 483.210 |
| Minas Gerais | 20,01% | 22,19% | 22,28% | 22,81% | +0,53 | 16.372.372 | 3.735.098 |
| Pará | 21,09% | 19,96% | 21,21% | 19,10% | −2,11 | 6.262.397 | 1.195.893 |
| Paraíba | 17,65% | 15,03% | 17,29% | 17,38% | +0,09 | 3.248.531 | 564.543 |
| Paraná | 16,85% | 16,96% | 19,48% | 20,57% | +1,09 | 8.613.657 | 1.772.200 |
| Pernambuco | 16,51% | 17,90% | 18,20% | 18,17% | −0,03 | 7.223.450 | 1.312.388 |
| Piauí | 18,89% | 15,71% | 17,68% | 17,15% | −0,53 | 2.704.758 | 463.875 |
| Rio de Janeiro | 20,11% | 23,59% | 22,74% | 23,32% | +0,58 | 12.857.648 | 2.997.846 |
| Rio Grande do Norte | 16,82% | 17,11% | 18,15% | 18,38% | +0,23 | 2.659.825 | 488.812 |
| Rio Grande do Sul | 16,79% | 18,14% | 19,78% | 21,35% | +1,57 | 8.522.545 | 1.819.642 |
| Rondônia | 21,35% | 22,31% | 24,64% | 21,71% | −2,93 | 1.265.893 | 274.813 |
| Roraima | 12,43% | 13,93% | 16,70% | 17,12% | +0,42 | 401.521 | 68.749 |
| Santa Catarina | 16,40% | 16,31% | 18,45% | 18,95% | +0,50 | 5.734.651 | 1.086.492 |
| São Paulo | 19,52% | 21,52% | 21,62% | 22,54% | +0,92 | 34.122.892 | 7.690.900 |
| Sergipe | 14,70% | 18,82% | 18,34% | 17,30% | −1,04 | 1.740.135 | 301.053 |
| Tocantins | 19,60% | 19,97% | 18,54% | 18,34% | −0,20 | 1.182.023 | 216.827 |
Taxas do primeiro turno. A variação é a diferença, em pontos, entre as taxas de 2026 e de 2022. Eleitorado e ausentes são de 2026. O exterior não entra nesta tabela.
Quem falta
Parte da abstenção é de gente que não é obrigada a votar. A Constituição torna o voto obrigatório dos 18 aos 70 anos e facultativo para quem tem 16 ou 17, para quem tem mais de 70 e para quem não sabe ler. Todos eles entram no eleitorado apto, e quem não vai conta como ausente.
O grupo que mais pesa é o de mais de 70. Segundo reportagem da TV Brasil com dados do Movimento Voto 70+, são cerca de 17 milhões de eleitores em 2026, quase 11% do eleitorado, e eram cerca de 11 milhões em 2014. No primeiro turno de 2022, 58% deles não votaram, perto de 8,8 milhões de pessoas. Isso equivale a pouco mais de um quarto de todos os ausentes daquele ano. Os dados de 2026 por idade ainda não saíram.
O eleitorado envelhece a cada eleição, e uma fatia que vota pouco cresce junto. Isso ajuda a entender por que a taxa sobe devagar mesmo sem uma mudança grande no comportamento de quem é obrigado a votar. Outras explicações aparecem nas análises publicadas: o cientista político Eduardo Grin, da FGV, ouvido pela Gazeta do Povo, citou o desânimo com os candidatos, a polarização, o custo do transporte e a distância até o local de votação, sobretudo em cidades pequenas.
📝 Faltou? O que fazer agora
Prazo. Quem não votou no primeiro turno tem até 3 de dezembro de 2026 para justificar. Para o segundo turno, o prazo vai até 8 de janeiro de 2027. Cada turno é uma eleição separada e precisa da sua própria justificativa. Quem estava no exterior tem 30 dias depois de voltar ao Brasil.
Como. Pelo aplicativo e-Título, pelo Sistema Justifica, no site da Justiça Eleitoral, ou num cartório eleitoral, com o documento que comprove o motivo da ausência.
Se não justificar. A multa é de R$ 3,51 por turno. Enquanto a situação não for regularizada, o eleitor não consegue a certidão de quitação eleitoral, que é pedida, por exemplo, para tirar passaporte ou carteira de identidade, tomar posse em cargo público, se inscrever em concurso e renovar matrícula em escola ou universidade pública. Quem não vota, não justifica e não paga a multa em três turnos seguidos pode ter o título cancelado.
Prazos e valor da multa conforme o TRE-SP. A obrigação de votar está no artigo 14 da Constituição. O prazo de 60 dias para justificar está na Lei 6.091, de 1974, e as restrições para quem fica sem quitação, no artigo 7º do Código Eleitoral. Não sou jurista: em caso de dúvida, o cartório eleitoral é quem responde pelo seu caso.
Continue acompanhando
Nota de método. Primeiro turno, porque o comparecimento é de quem foi ao local de votação, não de um cargo. 2026: totalização do TSE para presidente, eleição 6257, 02h58 de 5 de outubro, 100% das seções. Eleitorado 158.745.502, abstenção 33.469.244. A soma das 26 unidades, do Distrito Federal e do exterior fecha esse total. 2014, 2018 e 2022: arquivos de perfil de comparecimento e abstenção do TSE, somados por unidade da Federação e por turno. A soma de 2014 dá 27.697.667 ausências em 142.822.046 eleitores, 19,39%. A de 2018, 29.940.386 em 147.306.275, 20,33%. A de 2022, 32.739.676 em 156.454.011, 20,93%, enquanto o número oficial divulgado pelo TSE no fim da totalização é 32.770.982, 20,95%. A tabela nacional usa o oficial; as contas sem o exterior e as tabelas por região e estado usam os arquivos de perfil. As taxas da tabela são essa divisão, com duas casas. A variação de cada estado é a taxa de 2026 menos a de 2022, as duas já arredondadas. Sem o exterior, pelos arquivos de perfil, 2022 fica em 20,79% e 2026 em 20,84%. O eleitorado interno cresceu 2.072.035 e a abstenção interna, 515.395. A taxa de 2022 aplicada ao eleitorado interno de agora deixaria a abstenção cerca de 85 mil abaixo do que se viu. No exterior, 2018 teve 295.711 ausências em 500.727 eleitores, 59,06%. Segundos turnos conforme os números divulgados à época, reproduzidos por Gazeta do Povo e Congresso em Foco: 21,1% em 2014, 21,3% em 2018 e 20,59% em 2022. Nos arquivos de perfil, 2018 e 2022 dão 21,29% e 20,57%. Série de 1989 a 2010 conforme o TSE, reproduzida por CartaCapital e Gazeta do Povo; 1998 confirmado também por Agência Brasil e Congresso em Foco. Exterior em 2026: 341.766 comparecimentos e 574.345 ausências em 916.534 aptos, conforme o TSE, reproduzido pela Jovem Pan. Eleitorado do Amazonas e do Maranhão na disputa para governador conforme as telas do TSE com 100% das seções. Eleitores de mais de 70 anos conforme TV Brasil, com dados do Movimento Voto 70+, 29 de setembro de 2026. Prazos de justificativa e multa conforme o TRE-SP. Branco e nulo não entram. Não são ausência.
Não sou jurista. As regras de justificativa seguem o que a Justiça Eleitoral divulga.
Apuração independente de Alexander Moraes, estudante de jornalismo, sem formação jurídica.
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