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Pix por aproximação deixa de ter teto de R$ 500
Desde 1º de outubro, o Pix por aproximação não tem mais o limite fixo de R$ 500 por pagamento. Agora vale o limite que cada cliente escolhe no aplicativo do banco. O Banco Central também ampliou o prazo para contestar devoluções de golpe.
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O que mudou: o Pix por aproximação segue o limite que você define no banco.
Recomendação: baixar o limite se não usa valores altos.
Golpe: a vítima tem 80 dias para pedir devolução pelo app.
Custo: o Pix continua gratuito para pessoa física.
O que mudou no Pix por aproximação
Até setembro, cada pagamento por aproximação tinha um teto de R$ 500. Desde 1º de outubro, o valor passou a seguir os limites que o próprio cliente define no aplicativo do banco. Dá para pedir aumento ou, o que é mais seguro, baixar o limite.
O uso ainda é pequeno, mas dobrou: foram cerca de 2 milhões de pagamentos por aproximação em agosto de 2026, contra 1,06 milhão em janeiro, segundo dados do Banco Central citados pela Agência Brasil.
Caiu num golpe?
O Pix tem um mecanismo de devolução, o MED. Quem foi vítima tem até 80 dias para pedir a devolução pelo próprio aplicativo do banco. Desde 1º de setembro, quem recebeu uma devolução indevida também passou a ter 80 dias para contestar, e não mais 30.
Outra etapa do MED, que permite seguir o dinheiro do golpe por várias contas, foi adiada pelo Banco Central para 26 de outubro.
📎 Para quem quer conferir: as normas do Banco Central
- Instrução Normativa BCB 746, de junho de 2026: fim do teto de R$ 500 no Pix por aproximação, a partir de 1º de outubro.
- Instrução Normativa BCB 766, de julho de 2026: prazo de 80 dias para contestação no MED, a partir de 1º de setembro.
- MED 2.0, com rastreio entre contas: obrigatório desde fevereiro de 2026, com nova etapa prevista para 26 de outubro.
Como apurei
Fim do teto e números de uso conforme a Agência Brasil. Prazos do MED conforme a Agência Brasil e o Fórum Pix do Banco Central.
Apuração independente de Alexander Moraes, estudante de jornalismo.
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